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Autoestima e julgamentos

 

 

A autoestima é em primeiro lugar eu me conhecer, saber quais são os meus pontos fortes e os meus pontos fracos e me aceitar da maneira que eu sou, ou seja, sei das minhas qualidades boas e ruins e me aceito, me gosto e me respeito. E isso não é ser egoísta ou soberbo. É saber explorar nossos pontos fortes e também  identificar e procurar melhorar os pontos fracos.

Outro detalhe da autoestima, também é sabermos que não vamos agradar a todos, é saber que existem pessoas que não vão gostar da gente, por motivos particulares, e tudo bem. Não podemos também ficar nos preocupando muito com a opinião dos outros, por isso é muito importante o autoconhecimento, porque quem não se conhece acaba acreditando e pegando como referência o que os outros pensam e falam da gente, agora se eu me conheço bem , eu vou saber identificar um crítica verdadeira e construtiva  e vou  entender e concordar que realmente tenho que melhorar ou mudar determinada característica no meu jeito de ser. Agora uma crítica negativa baseada somente em julgamentos, eu não vou dar valor, porque sei que não cabe a mim.

A autoestima pode até não te ajudar em tudo, mas a baixa autoestima sempre vai te atrapalhar em qualquer coisa que você for fazer, desde um relacionamento até uma entrevista de emprego, ou a tomada de uma decisão importante. Então, lembre-se: a gente sempre pode melhorar, em tudo, até os nossos pensamentos. Lembrando que o processo terapêutico pode nos auxiliar nesse processo de autoconhecimento, aumentando a autoestima e melhorando a maneira de nos vermos e nos sentirmos, diante dos outros e principalmente diante de nós mesmos, e isso se chama autoaceitação, e tem um papel fundamental na nossa vida.

 

Karina Winck.

Psicóloga

 

 

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